ECMAScript 6

ECMAScript 6: O que é, para que serve e como aprender ES6


Para quem ainda está começando seus estudos na área de tecnologia, talvez ECMAScript seja uma palavra um tanto distante.

Por outro lado, pode ser que JavaScript não seja.

Se você se enquadra nesta descrição, saiba que quando falamos de ECMAScript estamos falando, também, de JavaScript!

No conteúdo de hoje, explicarei mais detalhadamente o que ECMAScript e JS têm em comum, quais as suas diferenças e como o ECMAScript surgiu, pouco tempo depois do lançamento do JS.

Vamos lá?

O que é ECMAScript 6?

ECMAScript 6, ou ECMAScript 2015, como também é conhecido, é tão somente a padronização da linguagem JavaScript que conhecemos há tanto tempo.

Esta versão, lançada no mercado em 2015, foi um verdadeiro divisor de águas na evolução desta linguagem de programação, trazendo recursos e funcionalidades como novas maneiras de iterar objetos, declaração de variáveis com let e const e modularização de classes.

De onde surgiu o ECMAScript?

Para entendermos de onde surgiu o ECMAScript 6, é preciso revisitar a história de como surgiu o próprio JavaScript, lá em 1995.

Na metade da década de 90, o programador Brendan Eich, na época funcionário do antigo Netscape, navegador mais popular naqueles dias, identificou que fazia falta uma tecnologia capaz de trazer mais dinamismo à internet.

Para tornar os sites mais atrativos e com melhor performance, ele criou uma linguagem de programação baseada em scripts que era capaz de trazer mais vida ao limitado HTML.

Esta linguagem, a princípio, chamava-se Mocha e, posteriormente, recebeu o nome de LiveScript.

A tecnologia criada por Brendan era extremamente eficiente e muito promissora. Sendo assim, a Netscape acreditou que podia capitalizar em cima dela e acionou sua parceira Sun Microsystems para divulgá-la.

Como a Sun estava obtendo grande reconhecimento por conta da linguagem Java, que também havia sido lançada há pouco tempo, considerou que incluir o mesmo nome na nova linguagem de programação poderia surtir algum efeito.

Com isso, a linguagem de Brendan passou a chamar-se JavaScript.

Mas onde entra o ECMAScript nesta história?

Acontece que todas as linguagem de programação do mundo, a partir do momento que se popularizam amplamente, precisam de uma padronização, que é feita por um órgão responsável.

Esta padronização ajuda a linguagem a ser utilizada da maneira correta, a manter-se dentro de um esquema e ajuda, ainda, novos estudantes de desenvolvimento a terem acesso aos seus conceitos de maneira mais compreensível.

Para padronizar o JavaScript, a Netscape o enviou para a ECMA Internacional,uma instituição criada na década de 60 para padronizar processos do mercado de tecnologia da informação.

A ECMA padronizou a linguagem e deu, a esta padronização, o nome de ECMAScript.

Podemos concluir, que o ECMAScript surgiu do JavaScript; sendo esta última a linguagem de programação que deu origem à padronização posterior.

Como o ECMAScript 6 funciona?

O ECMAScript 6 é a sexta versão da padronização JS criada em 1997.

As versões número 5 e 5.1 do ES, lançada no mercado em 2009, é pura e simplesmente o JavaScript que conhecemos hoje e sua versão mais aceita entre os navegadores do mercado.

Portanto, o ECMAScript 6 funciona exatamente como o JavaScript funciona, com seus comandos, recursos, atributos e resultados.

Para que serve o ECMAScript 6?

Assim como o JavaScript, o ECMAScript 6 funciona para trazer mais dinamismo às páginas da internet.

Por ser uma linguagem de programação majoritariamente voltada ao front-end, grande parte de seus recursos são voltados à construção de interface, mas graças a criação de tecnologias diferenciadas e frameworks, como por exemplo o Reactive Native e o Node.js, é possível utilizar JavaScript até mesmo em back-end e desenvolvimento mobile.

O ECMAScript 6, conhecido como o O Futuro do JavaScript, trouxe ainda mais mudanças para a linguagem. Esta atualização foi bastante significativa entre a comunidade porque as versões anteriores do ES, o ECMAScript 5 e 5.1, não trouxeram muitas inovações.

Veja algumas das novas features:

  • Funções arrow;
  • Funções map, filter e reduce;
  • Funções some e every;
  • Função find;
  • Comandos const e let, entre outros.

Quais são as vantagens e desvantagens do ECMAScript 6?

O ECMAScript 6 nasceu com o objetivo de tornar a linguagem mais acessível, versátil e enxuta. Em outras palavras, mais simples.

Mas como nem tudo é perfeito, existem muitas vantagens no uso do ECMAScript 6, mas também algumas desvantagens. Vamos a elas.

Vantagens

Assim como é benéfico utilizar o JavaScript, o ECMAScript, em qualquer versão, é uma linguagem extremamente fácil de ser compreendida, o que facilita muito a vida dos estudantes de programação.

Além disso, com a ajuda de inúmeras bibliotecas e frameworks, sua flexibilidade se tornou uma de suas maiores características: hoje é possível programar com JS em back-end e desenvolvimento de aplicativos.

A criação de novas funções e atributos que chegaram junto com o ECMAScript 6 também entram na lista de vantagens desta linguagem, como a criação de novos tipos de dados.

Outras vantagens comuns entre JS e ECMAScript são:

  • Rapidez de leitura e execução;
  • Suporte por parte da maioria dos navegadores do mercado;
  • Sem necessidade de compilação;
  • Código leve;
  • Grande comunidade de programação disponível.

Desvantagens

As desvantagens do ECMAScript, por outro lado, são:

  • Poucos recursos voltados à segurança da informação;
  • A utilização do Node.js está mais propensa ao vazamento de memória;
  • Pode contar brechas para a execução de algumas ações maliciosas ao usuário.

Qual a diferença entre ECMAScript 6 e JavaScript?

Como citado no início deste conteúdo, o ECMAScript 6 é apenas a última versão da padronização da linguagem JavaScript.

Grosso modo, ECMAScript e JavaScript são a mesma linguagem que, por razões comerciais, acabaram sendo lançadas no mercado de tecnologia com nomenclaturas distintas.

Como aprender ECMAScript 6?

Se você tem alguma noção de JavaScript, saiba que você já sabe ECMAScript, só que o chama por outro nome!

Na grande maioria dos cursos, JS é, inclusive, a linguagem utilizada para ensinar aos novos estudantes a lógica de programação, conjunto de princípios que estabelece coerência ao desenvolvimento de softwares.

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