Quanto ganha um programador?

Quanto ganha um programador? Salários de acordo com o nível


A remuneração dos profissionais de TI é, talvez, um dos maiores atrativos do setor.

Ao se deparar com a relação entre experiência/conhecimento e salário, muitos jovens indecisos sobre suas carreiras podem, desde que possuam alguma afinidade com o assunto, escolher a profissão de programador(a).

Mas de que fatores será que esta remuneração depende? Todos os desenvolvedores e desenvolvedoras web ganham altos salários? Esta é uma regra em todo o país, ou só nas maiores metrópoles?

Para responder estas e outras perguntas, no conteúdo de hoje falaremos sobre quanto ganha um programador, o que é necessário incluir em seu currículo para que esta remuneração atenda às suas expectativas e qual a média salarial atual para diferentes níveis e diferentes regiões brasileiras.

Vamos lá?

O que o programador faz?

Programador(a), ou desenvolvedor(a) de software, é o profissional responsável pelo planejamento, criação e manutenção de aplicações web.

Faz parte do escopo de trabalho de um programador ou programadora pôr em prática projetos que garantam soluções para empresas e usuários.

Entre as aplicações mais comuns desenvolvidas pelos profissionais de tecnologia estão sites, softwares, aplicativos, sistemas operacionais e bancos de dados.

Quanto ganha um profissional em programação?

De acordo com o guia de salários de 2020 da consultoria Robert Half, os salários para programadores em média começa em R$ 3.100,00 para cargos de nível júnior, podendo chegar em até R$ 15.750,00 para cargos de nível sênior. 


Mas estes números, é claro, correspondem a apenas um recorte da profissão.

O salário de um(a) desenvolvedor(a) depende de diversas variáveis, como por exemplo região de atuação, nível de experiência, conhecimentos específicos, modelo de contratação e tipo de empresa que está oferecendo o cargo.

Abaixo, listaremos os três principais fatores de influência sobre o salário de programadores no Brasil.

De acordo com sua localidade

As diferentes regiões brasileiras possuem uma grande discrepância com relação à remuneração de alguns profissionais.

Hoje, segundo levantamento do GeekHunter, a região que melhor remunera os profissionais de tecnologia da informação no país é a região metropolitana de São Paulo.

As demais cidades que melhor pagam seus programadores e programadoras são:

  • Barueri, média salarial de R$ 5.247,71
  • Florianópolis, média salarial de R$ 5.043,00
  • Brasília, média salarial de R$ 4.821,71
  • Rio de Janeiro, média salarial de R$ 4.742,67

De acordo com a linguagem usada

A linguagem em que o desenvolvedor ou desenvolvedora é especialista também é um grande fator de influência em sua remuneração.

Por uma questão de oferta e demanda, algumas linguagens são mais valiosas que outras. Outras questões relacionadas a esse fato são a dificuldade da linguagem, há quanto tempo ela existe no mercado e o quão versátil ela pode ser em diferentes aplicações.

De acordo com seu nível

O terceiro fator que mais interfere na qualidade da remuneração dos profissionais de desenvolvimento de software é o seu nível de conhecimento, experiência e habilidades.

E isso não está necessariamente relacionado a experiência de mercado(a) do(a) desenvolvedor(a).

É possível, por exemplo, que um programador jovem seja extremamente capacitado em uma linguagem de programação muito valiosa, como o Python; enquanto um programador mais experiente domine somente o JavaScript, linguagem bastante popular mas que ocupa somente o sétimo lugar entre as mais requisitadas.

Os três níveis em que um profissional de tecnologia pode se encontrar são júnior, pleno e sênior.

Abaixo, explicarei detalhadamente cada um deles.

Programador júnior

O programador ou programadora júnior é aquele que está no nível mais inicial da sua carreira.

Os júniores podem até ter algum nível de responsabilidade maior sobre um projeto, mas trabalham somente sob a supervisão de um(a) programador(a) pleno ou sênior.

Programador pleno

O desenvolvedor ou desenvolvedora pleno está acima do júnior na escala profissional.

Os plenos são aqueles que já possuem conhecimentos específicos mais aprofundados e podem, dentro de certos limites, ter mais liberdade na hora de conduzir sua parte em um projeto.

Também estão constantemente sob observação de um líder mais experiente, mas, dentro do mercado de trabalho, são mais valiosos que os júniores.

Programador sênior

O programador ou programadora sênior é aquele(a) que está no último nível hierárquico dentro do seu setor de atuação.

De modo geral é este o profissional que supervisiona o trabalho do júnior e do pleno, bem como que os ensina e corrige.

Os desenvolvedores sêniores tendem a ocupar cargos de gestão ou liderança dentro de suas equipes, muitas vezes atuando como um CTO, por exemplo.

Estes são os mais caros profissionais do setor tecnológico.

As 5 linguagens de programação mais usadas em 2020

É verdade que ser especializado em uma linguagem ou tecnologia específica é um grande diferencial competitivo para um desenvolvedor ou desenvolvedora, mas mesmo para os profissionais de habilidades especiais, ter um conhecimento básico sobre determinados conceitos em programação é muito importante.

O primeiro deles, é claro, é a lógica de programação

Ainda que cada linguagem possua suas especificidades, a lógica por trás de seu funcionamento é igual ao de todas as outras linguagens do mercado – portanto compreender bem os pormenores desta lógica é de suma importância para todos os profissionais de TI.

Outras noções bastante importantes para qualquer programador, seja front ou back-end, são as cinco linguagens mais utilizadas em aplicações web no ano passado.

JavaScript

Esta, que é uma das mais versáteis e populares linguagens de programação do mercado, foi criada em 1995 com o objetivo de trazer mais dinamismo às páginas da web que, até então, eram estáticas.

Apesar de sua origem ser prioritariamente front-end, hoje já é possível utilizar JavaScript em frentes back-end de desenvolvimento através de frameworks e bibliotecas baseadas nesta linguagem.

HTML/CSS

O HTML e o CSS compõem a base da internet como a conhecemos hoje.

Respectivamente uma linguagem de marcação e de estilo, essa dupla ainda é muito importante na construção de páginas web e aplicativos graças às suas versões mais atuais, repletas de melhorias e novas funcionalidades.

SQL

O SQL, ou Standard Query Language, é a linguagem de programação padrão para comunicação com bancos de dados.

Por ser essa uma tecnologia extremamente difundida em quase todos os setores da indústria mundial, o profissional que dominá-la com certeza não ficará sem ofertas de trabalho.

Python

Muito popular na área de inteligência artificial, o Python é uma tecnologia multiplataforma que pode rodar em qualquer sistema operacional, desde que seu interpretador esteja instalado.

Por conta desta característica e de sua flexibilidade de funções, foi eleita a linguagem de programação mais valiosa do mercado em 2020, como citado acima.

Java

O Java, muitas vezes confundido com o JavaScript, é a tecnologia que permite que um site possa executar scripts.

Sua principal vantagem consiste em rodar somente no navegador do usuário, não sendo nativa no código fonte da aplicação acessada, mas na máquina de quem a acessa.

Por que a demanda por programadores não para de crescer?

O crescimento progressivo da oferta de empregos para programadores e programadoras é uma consequência natural do próprio avanço tecnológico na sociedade.

Uma vez que a utilização de dispositivos eletrônicos está cada vez mais difundida na vida prática de todas as pessoas e empresas, é necessário que cada vez mais pessoas seja capacitadas para manusear estas tecnologias, bem como para criá-las.

Por isso, esta é uma das carreiras mais promissoras para jovens interessados no mercado de tecnologia da informação.

Um desenvolvedor precisa de formação?

Inicialmente, um(a) desenvolvedor(a) não precisa de formação formal para ingressar no mercado de trabalho, mas é necessário que haja uma grande bagagem de conhecimento.

Este conhecimento, por sua vez, precisa ser adquirido de alguma forma, e para isso existem não somente instituições universitárias formais, mas escolas de programação, cursos técnicos, meetups, cursos livres e diversos outros canais voltados à profissionalização de jovens programadores.

Até mesmo a via autodidata é um caminho comum entre desenvolvedores, uma vez que há muito conteúdo gratuito disponível na internet.

Muito embora as opções sejam diversas, nós da Kenzie Academy Brasil sempre recomendamos que a programação seja estudada com um mentor capacitado a expandir os conhecimentos de seus alunos e a aprimorá-los.

É preciso saber inglês para aprender a programar?

Não seria justo dizer que é necessário ser fluente em inglês para programar.

Mas, uma vez que todas as linguagens de programação possuem suas sintaxes baseadas na língua inglesa, é importante ter pelo menos um conhecimento básico sobre este idioma.

Por conta da grande comunidade internacional de programadores, e de todas as possibilidades de trabalho fora do Brasil, é altamente recomendável que um programador compreenda o inglês em um nível avançado, mas este não é absolutamente um pré-requisito para atuar no mercado nacional.

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Conclusão

Uma das mais comuns características da carreira de um(a) programado(a) é a constante necessidade de aperfeiçoamento por parte destes profissionais.

Conforme as tecnologias se aprimoram, avançam e se modificam, mais urgente se torna a necessidade de atualização dos desenvolvedores que as dominam.

Portanto, se você decidiu se tornar um programador ou programadora, não perca tempo e inicie seus estudos agora mesmo!

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